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Arroz Cremoso de Polvo

Verde Ouro - Cozinha Tradicional
Concurso Vinhos Verdes e Gastronomia - 6ª Edição
Chefe André Antunes e Joana Vieira
Concurso de Vinhos Verdes e Gastronomia - 6ª Edição

Ingredientes
Polvo Médio Limpo (1,5 a 2 Kg) 1
Cebola Branca 1
Pimento Vermelho 1
Tomate Maduro 1
Arroz Carolino 300 gramas
Alho 1 Dente
Sal q.b.
Pimenta q.b.
Azeite Virgem q.b.
Vinagre Vinho Branco 1
Coentros Frescos Picados 2 Colheres Sopa


Tempo de confecção
1h30
Cozer o polvo em água abundante e umas gotas de vinagre. Quando estiver cozido, retirar e deixar arrefecer. Coar a água da cozedura e reservar. Cortar o polvo em pedaços de 2 cm aproximadamente. Separar as extremidades dos tentáculos e a cabeça.
Pelar o tomate e retirar as graínha. Triturar e reservar.
Picar finamente a cebola e o dente de alho. Cortar em cubos pequenos o pimento vermelho. Num tacho largo com um fio generoso de azeite, aloirar a cebola, o alho e o pimento. Adicionar o tomate triturado e refogar. Adicionar metade dos coentros picados e as pontas dos tentáculos do polvo, assim como a cabeça cortada em pedaços. Juntar 1,2 litros da água de cozer o polvo, deixar levantar fervura e ajustar de sal e pimenta, deixando apurar um pouco. Adicionar o arroz e deixar cozinhar em lume médio 10 minutos, mexendo regularmente. Juntar o restante polvo, envolver bem e terminar a cozedura do arroz, mexendo regularmente. Finalizar com os restantes coentros picados. O arroz deve ficar caldoso, mas com menos liquído que um típico arroz malandrinho, quase que a modo de um risotto, mas sem adição de qualquer gordura no final. Deve por isso seleccionar-se um arroz que solte bastante goma durante a cozedura. Empratar num prato fundo e servir de imediato.


Vinho (sugestão): Soalheiro Primeiras Vinhas Alvarinho 2012

Para um prato simples mas de sabores intensos e com alguma estrutura, a escolha recaiu num dos melhores e mais consistentes brancos portugueses, o Soalheiro Primeiras Vinhas, da colheita de 2012. Um aroma complexo, com fruta citrica e branca bem madura, toques minerais no fundo. A boca untuosa e gorda do vinho faz a ligação ideal com a cremosidade do arroz, ao mesmo tempo que a sua estrutura férrea liga com o polvo, e a acidez majestosa trás frescura e equilibrio, ligando com o toque de coentros presentes no arroz. Um vinho ideal para ligar com prato que necessita de estrutura e volume sem nunca abdicar da frescura e acidez.